quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

KWANZAA – OS SETE HOMENAGEADOS DA COMUNIDADE PRETA - A MELHOR KWANZAA DOS ÚLTIMOS TRÊS ANOS


Por Aidan Foluke, membro da COPATZION, Tesoureira do CNNC/BA e Acadêmica de Enfermagem.
E-mail: vanessasoares13@hotmail.com
Skype: aidanfoluke

O Local da Kwanzaa foi modificado. Nos últimos dois anos a nossa festa fora realizada no CDCN (Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra) e esse ano a petição não foi deferida, dessa forma contamos com a solidariedade do nosso irmão Prof. Jorge Conceição, responsável pelo Museu do Objeto Imaginário, o qual todos nós agradecemos imensamente pelo espaço concedido e pela valiosa contribuição durante a Kwanzaa.
Os troféus entregados foram feitos pelo magnífico artista plástico preto Juninho, conhecido como Élson de Souza ou Gigante Negro, que participa constantemente dos eventos da nossa comunidade.
Élson de Souza e as Homenageadas

Dos escolhidos para receber o Troféu Kwanzaa somente não esteve presente o poeta e militante preto Hamilton Walê, pois viajou ao sul do Brasil com a família e infelizmente não teve condições de mudar a data do vôo, agendado antes do convite para a homenagem. O troféu de Hamilton está guardado para ser entregue em mãos na primeira oportunidade.
Homenageados - Da esquerda para a direita: Prof. Jorge Conceição, Makota Valdina Pinto, Profa. Dra. Ana Célia, Dra. Luiza Bairros, Dr. Silvio Humberto e o seu filho, Prof. Ademario Brito.

Dra. Ana Célia - UMOJA – Significa unidade, e representa manutenção da unidade na família, na comunidade, na nação e na raça.
A Profa. Dra. Ana Célia foi uma das primeiras a pesquisar acerca do racismo nos livros didáticos e publicou livros sobre esta temática, além da vida acadêmica como profª do mestrado da UNEB (Universidade Estadual da Bahia), continua a luta de militância pelo seu povo há décadas iniciada antes da sua valiosa contribuição a vida acadêmica. É uma doce pessoa que sempre nos traz alegrias e ensina que devemos continuar firmes na unidade da família e da comunidade. O troféu foi entregue por Walter Passos (Kefing Foluke) que emocionado reafirmou a admiração por Ana Célia por tantos anos de luta e amor pelo povo preto.


Dra. Luiza Bairros - KUJICHAGULIA – Significa Autodeterminação, representa os valores de determinação que o povo preto deve apresentar para resolver as questões que nos afligem.

Há mais de 30 anos, Drª. Luiza Bairros tem dedicado sua vida a luta do nosso povo preto com garra, amor e determinação. Cabe reafirmar que nossa organização não a homenageou por ser Secretária do Governo Estadual, mas sim, por seu histórico de militância, ao continuar sempre a Luiza da militância do MNU, das passeatas, das lutas por nosso povo. O troféu foi entregue por Manana que ficou muito emocionada, afirmando faltar palavras ao prazer de entregá-lo a grande amiga e militante. Foi um momento de grande emoção.
Poeta Hamilton Walê - UJIMA – Significa Trabalho Coletivo e Responsabilidade, Construção conjunta e manutenção da nossa comunidade unida para fazer nossos problemas da irmã e dos irmãos nossos problemas e para resolvê-los junto.
O Poeta Hamilton Walê atua principalmente na defesa do povo preto contra a força repressora do Estado. Militante importantíssimo oportunizou que representantes do CNNC e da COPATZION divulgassem o verdadeiro YAH e Yahoshua dentro do seu trabalho com penitenciários em Salvador. Foi um dos poucos militantes pretos que apóiam a nossas atividades desde inicio da nossa caminhada.

Poema Strong Hands of Mother Africa - J. Joy “Sistah Joy” Matthews Alford

video

Dr. Silvio Humberto - UJAMAA – Significa Economia cooperativa, para construir e manter nossas próprias lojas, supermercados e outros negócios e para comercializar junto com nossos irmãos e irmãs pretas.
Dr. Silvio Humberto, que esteve presente com seus lindos filhos, é um marketing na economia cooperativa do povo preto, com Instituto Cultural Steve Biko, o qual através da educação resgata os valores ancestrais auxiliando nossa juventude a entrada na Universidade e a um avanço técnico-intelectual.

Prof. Ademario Brito - NIA – Significa Finalidade, almeja a construção do coletivo e tornar-se de nossa comunidade a fim restaurar nossos povos a sua grandeza outrora tradicional.
O Griot Ademario Ashanti, o “Tio Ademario”, carinhosamente chamado pelos hebreus e hebréias mais novos, é um afrocentrista e pan-africanista, defensor da história das civilizações pretas que povoaram o planeta e nos repassa pacientemente todo esse conhecimento. Nos últimos anos tem dedicado a sua vida em divulgar a verdade do povo hebreu, o remanescente da Nação de Yah nas Américas. Entre outros estudos é um especialista na cultura Rastafári e suas influências de hebraísmos e músicas relacionadas com os escritos sagrados.

Prof. Jorge Conceição - KUUMBA – Significa Criatividade, tem por objetivo fazer sempre quanto nós pensemos ser necessário, a nossa maneira, a fim deixar nossa comunidade mais bela e benéfica do que quando nós a herdamos, sempre buscando a melhoria do povo preto.
O homenageado foi o prof. Jorge Conceição que se dedica ao povo preto através da defesa da alimentação saudável e equilibrada. Enfrenta às forças da morte que através da mudança dos hábitos alimentares tem continuado a escravizar e matar o nosso povo. O Prof. Jorge Conceição é também um geógrafo que há anos ensina História e Geografia da África, trabalhando com cartografia e o primeiro no Brasil a trabalhar seriamente a geografia africana. O Prof. Jorge é um símbolo de amorosidade, compreensão e luta. Publicou diversos livros infantis, como o Boi Multicor e recentemente lançando um livro sobre Capoeira Angola. Aidan ficou muito feliz em poder entregar ao “Tio Jorge” o Troféu Kuumba por considerá-lo um dos maiores intelectuais pretos do nosso país.
Da Esquerda para Direita: Kefing Foluke, Veronica, Prof Jorge Conceição e Fabíola.

Makota Valdina Pinto - IMANI – Significa Fé, para acreditar com nossos corações em nosso povo preto, nossos pais, nossos professores, nossos líderes e a vitória de nosso esforço.
Cresci ouvindo o nome da Makota Valdina como grande amiga do meu pai, e ele disse que ao conhecê-la a chamasse de tia em sinal de respeito e consideração. Assim o fiz juntamente com o meu irmão.
A Makota Valdina é um símbolo de resistência, amor, solidariedade, respeito pelo seu povo, tem sido convidada para proferir palestras no Brasil e no exterior pelo seu conhecimento vivencial de praticamente do candomblé e estudos sobre a cultura bantu. Hoje, a Makota Valdina é referência independente de nação religiosa porque é uma representatividade de todos e todas na defesa do povo preto em todas as suas expressões.
A Kwanzaa teve início com os irmãos Bete e Akil dando boas-vindas a todas e todos os presentes, foram momentos de grande descontração, reencontros e profundos estudos realizados pelo Griot Ademario Ashanti, um dos primeiros pretos na Bahia juntamente com Kefing Foluke ser reconhecerem pertencentes ao povo hebreu. O homenageado palestrou sobre o Rastafarianismo e a Bíblia nos trazendo belíssimas informações de tantos anos de estudos e sabedoria. Logo após Kefing Foluke apresentou slides e falou dos Hebreu-Israelitas com provas bíblicas, arqueológicas e históricas de que os verdadeiros hebreus são pessoas pretas e os remanescentes vieram prisioneiras de guerra na escravidão para as Américas.
Akil com irmã Bete e Fabíola

Em seguida Prof. Jorge Conceição falou de suas e experiências nas décadas de lutas e estudos realizados para a importância da alimentação vegan como o caminho da desconstrução imposta pelos colonizadores aos africanos escravizados.
Os irmãos Aidan e Simba Foluke, continuaram a apresentação falando da importância da Kwanzaa, da família preta e ancestralidade em sentido lato. Ocorrendo a entrega dos troféus às personalidades pretas e a celebração da Kwanzaa.

Kwanzaa - Festa da Família Africana

A presença dos jovens foi marcante nesta IIIª Kwanzaa que trouxeram a alegria e participaram ativamente das palestras e tiveram oportunidade de conhecer um pouco da filosofia dos hebreu-israelitas:

Simba Foluke com as acadêmicas de Geografia: Paula (esquerda) e Tícia (direita).

O momento de confraternização foi maravilhoso onde todas e todos puderam saborear a alimentação vegan e os deliciosos sucos de melancia e jaca com água de coco, preparados carinhosamente por Verônica e a haitiana Fabíola.Muitos irmãos sempre participam de todos os encontros de nossa organização, entre eles o sociólogo e militante da UNEGRO Valdir Estrela, ao qual agradecemos a constante solidariedade e presença.Como a reflexão da kwanzaa 2009 foi à família preta e ancestralidade não poderia falta à presença de famílias especiais, como as de Beto e Alexandre. Na foto uma parte da Grande Família Preta:Esta foi a nossa IIIª Kwanzaa e foi considerada por nós como a melhor delas. Agradecemos ao esforço de todas e todos que prepararam e participaram desse grande evento da família preta.
Maurinho o Hebreu, Irmã Bete e Simba Foluke.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

NATAL - A FESTA ROMANA DA SATURNÁLIA

Por Walter Passos, historiador, panafricanista, afrocentrista, teólogo e membro da COPATZION (Comunidade Pan-Africanista de Tzion). Pseudônimo: Kefing Foluke.
E-mail: walterpassos21@yahoo.com.br
Skype: lindoebano
No período das festas natalinas recordo-me da minha infância e adolescência, quando era membro da Igreja Presbiteriana. Lembro-me das crianças brancas vestidas de anjos, do Papai Noel, de Pinheiros e árvores natalinas repletas de algodão representando à neve, de cantatas e presentes, hinos como: “Nasceu Jesus”. É a maior festa da cristandade, onde se prega a Paz e o nascimento do Redentor. Minha mãe se sentia tão bem que todos os anos enfeitava a árvore de natal e preparava comidas gostosas. Meu pai comprava até frutas secas importadas e ganhávamos presentes caros. O Natal era pura alegria na Igreja e na família. Recebia muitos cartões e retribuía cartões, ainda os tenho guardados como recordações natalinas.
Minha residência parecia um trio elétrico com muitas luzes e músicas natalinas. Minha mãe também organizava o amigo secreto com os filhos, netos e amigos. Ela era uma festeira natalina, que juntamente com a Sexta-Feira Santa era a festa de maiores comemorações.
As crianças de todas as religiões ficam alegres com a chegada do Natal e inúmeros desenhos animados marcaram e marcam a infância, especialmente os desenhos da Disney, criando um clima de consumismo e desejos de presentes. Qual a criança que não fica encantada com um desenho natalino?
Um Conto de Natal do Mickey (3/3)


Este ano recebi “Feliz Natal” de amigas (os) as quais não irei responder e inclusive no Orkut recebo mensagens encaminhadas me desejando um Feliz Natal, evidente que ficarão sem respostas. Na minha casa não há mais árvore com algodão representando a neve, figuras de Papai-Noel e nem festejos natalinos. Não cultuamos esta festa do cristianismo. Você pode está se perguntando o por quê? Irei lhe dizer.
O natal é uma festa pagã e sempre quando me refiro ao paganismo identifico as culturas européias, porque nos escritos bíblicos a Europa é considerada “Terra dos Pagãos” e “Terra dos Gentios”. É importante conhecermos as comemorações do feriado de Saturnália, uma semana de anarquia celebrado entre 17 a 25 de dezembro em louvor ao deus romano Saturno, no solstício de inverno. Os romanos tinham a economia agrícola e o modo de produção escravista antigo. Nestas festas que duravam cinco dias a ordem romana era subvertida, os escravizados tinham “liberdade” de festejar, os romanos trocavam presentes, era coroado um rei que fazia o papel de Saturno, e havia orgias sexuais e outras práticas como a glutonaria.
O poeta, escritor e historiador grego Lucian em seu diálogo intitulado Saturnália descreve a respeito do festival em seu tempo:
“Além do sacrifício humano, intoxicação generalizada; iam de casa em casa realizado cantatas nus, estupro e outras licenciosidades sexuais”Consumiam biscoitos especiais os quais ainda são práticas em alguns locais da Inglaterra e Alemanha na época de Natal. Durante esse período, os tribunais romanos eram fechados, e o Direito Romano promulgava que ninguém poderia ser punido por causar danos materiais ou ferir as pessoas durante a semana de celebração. O festival começava quando autoridades romanas escolhiam "um inimigo do povo romano" para representar o "Senhor do Desgoverno." Cada comunidade romana selecionava uma vítima a quem eles forçavam a ceder alimentos e outros prazeres físicos durante a semana. No festival de Dezembro, as autoridades romanas acreditavam que estavam destruindo as forças das trevas e assassinavam brutalmente o homem ou a mulher inocente.
No século IV, o cristianismo europeu adotou a festa de Saturnália com o objetivo de converter os outros pagãos. Líderes cristãos pagãos conseguiram converter ao cristianismo grande número de pagãos, prometendo-lhes que eles poderiam continuar a comemorar a Saturnália como cristãos e adotou o dia 25 de dezembro como o nascimento de Yahoshua. Por causa de sua origem pagã conhecida, o Natal foi proibido pelos puritanos e a sua observância era ilegal em Massachusetts, entre 1659 e 1681.
Também adotaram as comemorações do deus Apolo, considerado como "Sol invicto", ou ainda de Mitra, adorado como Deus-Sol. Este último, muito popular entre o exército romano, era celebrado nos dias 24 e 25 de dezembro, datas que, segundo a lenda, correspondia ao nascimento da divindade. Em 273 d.C, o Imperador Aureliano estabeleceu o dia do nascimento do Sol em 25 de Dezembro: Natalis Solis Invicti (nascimento do Sol invencível).
O natal não é uma festa oriunda dos seguidores de Yahoshua, foi mais uma invenção pagã do cristianismo romano realizando uma simbiose com a Saturnália objetivando converter outros pagãos à cristandade.
A entrada da árvore de natal nas comemorações cristãs pagãs tem a adoração de Asheria, os pagãos adoravam árvores na floresta e as colocavam decoradas com enfeites em suas casas e, e este costume foi aprovado e absorvido pela Igreja cristã romana e posteriormente pelo protestantismo europeu.

O chamado papai Noel é de origem pagã alemã e céltica, na adoração do panteão dos deuses Woden (deus-chefe) e pai de Thor, Balder e Tiw. Woden tinha uma longa barba branca e montava um cavalo no céu em uma noite em cada outono.
O cristianismo romano e protestante adotou Santo Nicolau que nasceu na Turquia no ano 270 d. C, e foi um dos bispos do Conselho de Nicéia. Em 1087, um grupo de marinheiros que idolatrava Nicolau mudou os ossos da Turquia para um santuário em Bari, Itália. A adoração a Nicolau juntou-se a divindade feminina considerada avó, ou Epiphania Pasqua, que costumava encher as meias das crianças com seus presentes. O culto a avó foi expulso de seu santuário de Bari, que se tornou o centro do culto de Nicolau. Os membros desse grupo deram presentes uns aos outros durante um concurso realizado anualmente, que no aniversário da morte de Nicolau, 6 de dezembro. Em um lance de adeptos pagãos na Europa Setentrional, a Igreja Católica adotou o culto a Nicolau e ensinou que ele fez (e devem) distribuir presentes em 25 de Dezembro, em vez de seis de Dezembro.
Quando a adoração a Nicolau juntou-se com Woden, na região do Mediterrâneo, a barba cresceu, montou um cavalo voador, e seu vôo foi remarcado para dezembro, e vestiu roupas de inverno pesado.
Em 1931, uma grande jogada de marketing como símbolo da poderosa coca-cola, a Coca Cola Corporation contratou Haddon Sundblom artista sueco para criar comerciais da coca-cola. Sundblom modelou seu Papai Noel em seu amigo Lou Prentice, escolhido por sua cara, alegre e gordinho. A empresa insistiu em que foi modelado em um terno brilhante vermelho de Coca-Cola. E surgiu uma mistura de deus pagão agora cristão e o ídolo comercial.
#1 CHRISTMAS PROVED TO BE THE WORSHIP OF SATAN !


Muitos dos costumes de Natal mais populares - incluindo árvores de Natal, presentes de Natal e Papai Noel - são encarnações modernas dos rituais mais depravados praticados pelos pagãos, e infelizmente, praticantes do cristianismo, líderes religiosos pretos como padres, pastores e pastoras ainda continuam ensinando nas suas comunidades e famílias a festejar e cultuar a Saturno, Asheria, Apolo e outras divindades pagãs e anti-Yahoshua. As garras do paganismo e do eurocentrismo continuam fortes na nossa comunidade e relembro as palavras dos antigos:"- O vício do cachimbo deixa a boca torta."Bob Marley:"- Libertem-se da escravidão mental "
E mais importante ainda as palavras do Messias Yahoshua:"- Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará."

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

AS NAÇÕES ANTIGAS INCLUINDO OS HEBREUS ISRAELITAS - 2ª parte

Por Miryahm Ysrayl, Hebréia Israelita.
E-mail: hebreu@email.com

OS HEBREUS NEGROS
O alemão Herbert Wendt foi o autor do livro Es began in Babel - Die Entdeckung der Völker (Tudo começou na Babilônia - O descobrimento dos povos) na pág. 65 escreveu:

"Muitos dos historiadores, pesquisadores culturais e etnólogos não querem se dá ao fato de que os povos da África oriental que atualmente são na maioria pastores de rebanho e agricultores eram os representantes de uma das maiores e mais antigas culturas já vivida pela humanidade, eles procuram pelo berço natal dos egípcios na Ásia Ocidental, entre os Semitas ou entre a Índia. Mas não há menor prova que comprove isso. A linguagem dos egípcios era de origem hamitica ocidental e por toda a parte encontramos provas sejam pinturas, estatuetas, esqueletos e inúmeras gravuras em templos e catacumbas que comprovam que os egípcios eram uma raça típica africana que podemos comparar aos núbios e aos nilotes, com suas tonalidades de pele que variam entre marrom até o tipo mais escuro de pele assim como os agricultores sudaneses da Savana.

Os egípcios com toda a certeza eram uma raça africana que construíram um grande reino, um dos mais importantes reinos africano da história humana."
Pequena história sobre a negritude de Kemet ( Antigo Egito )

A história do povo hebreu israelita se deu quase que inteiramente dentro do território Hamita "africano" (Canaã,= Israel, Egito, Etiópia “...)” até a nossa chegada ao Hemisfério Ocidental que se deu através do tráfico negreiro transatlântico.
Originalmente todos os hamitas e semitas eram negros. Abraão era de origem semita, os três patriarcas foram Abraão, Isaque e Jacó. Jacó teve 12 filhos que mais tarde deu origem às doze tribos de Israel. Abrão tornou-se o pai não somente dos hebreus israelitas, mas também da nação Árabe. Agora pense, se a mãe e a avó da nação árabe eram mulheres egípcias hamitas negras e o pai dessa nação árabe era Abraão e Ismael (negros semitas). Para todos aqueles que não acreditam que os ancestrais árabes e hebreus eram negros fica a pergunta: Se sua avó, mãe, pai eram negros qual será então a cor dos seus descendentes? Todas as doze tribos de Israel eram negras. Flavius Joseph escreveu que Ismael casou-se com mulheres negras egípcias, seus descendentes habitaram a região que vai desde Eufrates até o Mar Vermelho na Península Árabe, hoje conhecida como Arábia.
Cuxe era o patriarca de todos os etíopes, árabes, indianos, os habitantes da região do Rio Nilo e as tribos da Babilônia. Os mapas da África durante a Idade Média mostram que este continente era conhecido como Etiópia. O historiador Flavius Joseph escreveu o seguinte:
- Ophren, o neto de Abraão através de Quetura, liderou uma expedição militar contra a Líbia e a capturou, desde então os seus descendentes colonizaram aquela região e em sua homenagem deu aquele lugar o nome de África que é derivado do nome (Afer; Ophren).
Na época do profeta Zephanias por volta de 630 a.C. a Etiópia e suas adjacências (Uganda e Kenia) estavam repletas de hebreus negros, o profeta diz em Sofonias 3:10:
- "Dalém dos rios da Etiópia, meus zelosos adoradores, que constituem a filha dos meus dispersos, me trarão sacrifício”.
Esse verso é uma indicação que os israelitas estavam se multiplicando entre os habitantes atrás do rio da Etiópia.
Durante o período de Pompeu até Julius Cesar é estimado que mais de 1.000.000 de hebreus fugiram de Israel para a África, para se livrar da perseguição romana e escravidão. Os mercados escravos estavam repletos de hebreus escravos
Deuteronômio 28:64:
- E YHWH vos espalhará entre todos os povos, desde uma extremidade da terra até a outra; e ali servireis a outros deuses que não conheceste, nem tu nem teus pais; ao pau e à pedra.
Essa profecia e todas as outras concernentes em Deuteronômio 28 do verso 15 até o verso 68 afetaram os hebreus negros depois de eles terem desobedecido às leis do Criador. Várias nações transportaram os hebreus à escravidão. E os filhos de Israel foram levados cativos para todos os continentes. De fato havia hebreus negros espalhados por Dahomey *Benin* Hebreus do Egito e Etiópia. Hebreus do Tabiban Kamante e Wasambara, hebreus na África do norte, hebreus do império de Gana, o império mouro (Hanibal) hebreus espalhados por Angola, hebreus ashantes, hebreus Yoruba da Nigéria, Igbo, os hebreus de Uganda e vários outros grupos de hebreus negros espalhados por toda a terra.
É fato conhecido que hebreus estavam por toda a parte na África 1500 anos antes do Islamismo se expandir por lá e que por toda a parte onde os árabes estiveram os hebreus já tinham estado antes. Com o passar do tempo os hebreus em Portugal e os hebreus em possessão da colônia portuguesa ficaram conhecidos como hebreus portugueses, porque a maioria deles nasceu em Portugal e herdou a historia, cultura e a língua de Portugal. Os portugueses foram os primeiros europeus a comercializar na Costa Ocidental da África e estabelecerem colônias em larga escala. As ilhas canárias foram invadidas pelos portugueses em 1341. É certo que muitos dos hebreus de Portugal, São Tomé e Angola que se tornaram vítimas da inquisição e da perseguição portuguesa foram vendidos como escravos durante o tráfico negreiro.
Esse tráfico negreiro transatlântico durou mais de 400 anos e em algumas partes da América do Sul, não temos condições de informar quanto do hebrewismo sobreviveu entre as comunidades hebraicas que foram transportadas como escravizados para esta parte do Hemisfério, pois eles estavam em constantes perigos, mais que os outros negros que eram nativos àquelas regiões, existem milhões de hebreus negros que foram transportados para as Américas, de acordo com as profecias bíblicas os hebreus negros seriam levados cativos por toda a parte “Judá foi para o cativeiro por causa da idolatria e agora habita entre os gentios, lá eles não encontram paz, todos os seus perseguidores... Esta é apenas parte da nossa história em resumo nós os hebreus israelitas, não fazemos parte de nenhum movimento que surgiu recentemente, ou seja, não somos parte de nenhum movimento religioso novo, mas sim pertencemos ao povo historicamente falando um dos mais antigos das escrituras que é o povo de Israel e assim como está escrito em Jeremias 31:35-36 :
-"Assim diz YHWH, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; YHWH dos Exércitos é o seu nome.
“Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz YHWH, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre”.

The Slave Trade Story in Pictures

Portanto nós como nação nunca deixaremos de existir, pois se não as ordenanças do céu também não mais existiriam, a nossa história, cultura e herança foram abruptamente retirada de nós, mas assim como diz as escrituras em Jeremias 31:10:
“- Ouvi a palavra de YHWH, ó nações, e anunciai-a nas ilhas longínquas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará como o pastor ao seu rebanho"

ISRAEL NAÇÃO OU RELIGIÃO?
Yah, o Altíssimo Criador de todas as coisas, formou os homens com a sua preciosa mão e as escrituras nos dizem que de todas as criações os homens foi a que Yah mais amou, e é lógico que todo e qualquer Criador deseja receber louvor e adoração da coisa criada, só que com os homens aconteceu diferente, eles não retribuíram o devido louvor e adoração ao seu Criador e ainda por cima se esquecerem Dele e começaram a formar para si deuses diversos estranhos para adorarem, logo após o dilúvio quando a terra estava começando a ser repopulada pelos filhos de Noé se levantou um rei deus sobre a terra e os homens começaram a adorar esse rei deus que se chamava Ninrode e se esqueceram do Altíssimo, devido a isso o Altíssimo dividiu a humanidade em 70 nações, e as espalhou pela face da terra, isso significa que no inicio éramos apenas uma única nação na face da terra, agora que Yah dividiu essa única nação em 70 nações distintas sobre a terra. Ele então formou outra nação bem especial que se originou a partir dum homem que buscava a sua face para adorá-lo e o servia constantemente, esse homem era Abraão, este era justo e correto e temente a Yah e a partir dele é que Yah formou uma nova nação a nação modelo que recebeu o nome de Israel, Israel foi formado para trazer essas 70 nações de volta para a adoração ao Altíssimo através do seu testemunho, as outras iam ver a diferença que faz servir ao Eterno e com isso iam se achegar a Israel para aprender como também adorar ao único e verdadeiro Altíssimo, visto que estas nações tinham se distanciado de Yah e então Yah declarou Israel como nação oficial a partir da sua saída do Egito quando através de Moises Ele nos deu suas leis, mandamentos, estatutos, juízes e nos ensinou a forma de como deveríamos cultuá-lo, para que fique bem claro, devo dizer que adorar ou cultuar a Yah não é preciso sermos parte de uma religião, o que precisamos é ter os nossos corações limpos e nos achegarmos a Ele de todo o nosso coração alma e em verdade, Yah determinou o modo de vida da nação israelita.
Se caso Israel tivesse obedecido desde o inicio e andado de acordo com as determinações do Altíssimo a nossa história hoje seria muito diferente, mas fato é que Israel não obedeceu completamente às escrituras várias vezes descrevem Israel como um povo de dura cerviz e que está sempre se voltando para as falsas adorações aos deuses da outras nações, por causa disso, fomos levados ao cativeiro alguma vezes, Yah sempre quis disciplinar o seu povo, mas quando o povo ia para o cativeiro ao invés de se arrepender e se voltar para o Altíssimo, eles acabavam se envolvendo com os deuses (religiões) das outras nações, Israel é um povo muito voltado para adoração, à maioria dos hebreus adora até o que nem conhece isto é fato comprovado, eles se sempre se voltavam a cultuar os deuses das outras nações.
Na antiguidade as nações da Babilônia (Etiópia), Egito Assíria etc. enfim as nações Américas e semíticas em geral viveram os seus tempos de apogeus de fama e glória por toda a terra, essas nações negras perderam o seu esplendor e gloria e agora estão vivendo apenas de monumentos em ruínas que lembram em parte a gloria por elas vividas, naquela época pouco ou quase nada se ouvia falar nas nações jafetistas somente após a idade média é que começou o período de glória das nações gentílicas (européias) essas por sua vez assumiram todos os deuses, forma de cultos das nações Hamitas em estado de decadência e agora estão cometendo os mesmos erros que levaram essas nações antigas a destruição, e mesmo apesar delas estarem vivendo atualmente o seu período de glória, as escrituras dizem em Mateus 24:15 que o reinado dos gentios durará até a volta do Messiyah Yahoshua, isto é todas as nações tiveram ou estão tendo o seu apogeu e tempo suficiente para se arrependerem.
Os egípcios antigos escravizaram Israel (escravizar Israel no sentido espiritual, pois significa fechar os olhos e tapar os ouvidos para não ouvir a voz de Yah, porque Israel é a nação portadora da palavra de Yah, escravizados = amordaçados, boca fechada) o mesmo aconteceu a nós no mundo (Egito) moderno eles nos escravizaram, ou seja, taparam as nossas bocas e nós tivemos que aceitar apenas ficar os ouvindo falarem, mas a grande verdade é Yah deu a essas nações tempo para se arrependerem, as escrituras dizem que bendita é a nação aonde Yah é o Altíssimo.
A nação de Israel representa a glória de Yah aqui na terra, Yah nos espalhou por entre as nações para sermos luz para essas nações mesmo apesar de que são poucos os hebreus israelitas que estão refletindo a glória de Yah no mundo, a maioria de nós perdeu a noção da identidade e assumiu a identidade das nações para aonde fomos levados. Mas mesmo assim os hebreus nunca deixaram de existir, Yah sempre tem um remanescente. Nesse exato momento Yah está despertando muitos dos israelitas da sonolência e do cativeiro espiritual, nossa prisão espiritual e cativeiro está sendo quebrada.
Genesis capitulo 10 dá as descrições das 70 nações que Yah formou, todos nós podemos traçar as nossas origens para uma dessas nações, ou que eu estou querendo explicar é que no inicio éramos apenas uma única nação, Yah nos dividiu em 70 nações, e mais tarde ele formou uma nação especial para trazer essas nações de volta a ele, na verdade essa é a nossa missão nós temos que trazer essas 70 nações de volta para a adoração do único e verdadeiro Criador, o Altíssimo de Israel que é YHWH Yah e então seremos novamente um único povo, ou seja, juntamente com os salvos dessas nações formaremos o povo de Yah.

Hebreus Israelitas na Alemanha

Todos estaremos adorando ao único e verdadeiro Criador, ninguém em nosso meio estará adorando a outros falsos deuses, foi por isso que Ele nos deu leis, mandamentos, estatutos e juízes e a forma do culto para que quando novamente formamos uma única nação todos nós seguiremos as mesmas leis, mandamentos, estatutos, juízos e a forma de culto, não seremos dois, três quatro ou cinqüenta nações, mas seres apenas uma.
Assim que comecei essa tese eu disse que todos nós originamos a partir de uma única família, a família de Noé, isto é a prova que somos todos irmãos, mas se pensarmos pelo lado da religião, então só teremos confusão (Babilônia), pois cada um vai seguir a sua e cada religião tem o seu próprio deus ou deuses, portanto, estude as escrituras e analise tudo o que você está fazendo ou seguindo, pois as religiões não vão te encaminhar ao único e verdadeiro criador, você não precisa de religião para servir ao Altíssimo, abra o seu coração e o próprio espírito de Yah vai te liderar nessa caminhada.
Desejo que todos tenham entendido qual é a missão de Israel aqui na terra, a cor da nossa pele não é o fator essencial, mas talvez sirva para identificação de quem são os verdadeiros sacerdotes responsáveis pela propagação da palavra nesses últimos dias, Yahoshua deu a ordem aos hebreus para irem por todo o mundo e anunciarem a palavra de Yah, em Atos 1:8:
“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”
A nossa mensagem para você ainda hoje é arrependa-se e volta para o teu Criador, o reino de Yah está próximo!
The Curses Part12


Leituras relacionadas às escrituras:
º From Babylon to Timbuktu (Da babilônia para Timbuctu) Rudolph Windsor
º Es began in Babel (Tudo começou na Babilônia - o descobrimento dos povos) Herbert Wendt

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

AS NAÇÕES ANTIGAS INCLUINDO OS HEBREUS ISRAELITAS - 1ª parte

Por Miryahm Ysrayl, Hebréia Israelita.

Esta página está sendo dedicada a todos aqueles que desejam conhecer a verdade que ficou oculta há quase que 2000 anos sobre o verdadeiro povo de Israel.
Antes da dispersão da humanidade na chamada "Torre de Babel", a região não era conhecida por Babilônia, e sim, Sinar ou Suméria. Babel ou Babilônia significa "confusão" e nada têm a ver com o nome original daquele espaço geográfico, os habitantes eram conhecidos como Sumérios e habitavam a região baixa do Vale do Eufrates. Esses sumérios ou etíopes assim como eram conhecidos parecem ter se situado ao longo de toda aquela área desde a Mesopotâmia (originariamente chamada Terra dos Etíopes) até a Índia, essa região atualmente inclui: Sudeste do Irã, Afeganistão, Paquistão e o Nordeste da Índia. As escrituras fazem referencia a Suméria em Gen.10:10 e 11:1 sob o nome de Sinar, Sinar e Suméria são nomes relacionados.

Existe sem sombra de dúvida uma relação sanguínea entre as tribos dravidianas da Índia e os Etíopes sumérios. Arqueologistas escavaram cidades sumérias como Eridu, Lagash, Nippu, kish e Ur, e foram datadas anteriores de 4.000 anos.

Os arqueologistas também encontraram esqueletos de antigos dravidianos e Nedda em Ur e em Kish.
Durante a Idade média as nações negras da África e Ásia exerciam grandes influencias mundiais na política, economia, educação e militar. Nessa época a Europa ainda estava adormecida. A partir do século XVII o mais tardar é que a Europa começou a submergir da dormência, escuridão e estado de ignorância.
Johann F. Blumenbach um médico alemão, fisiologista e antropólogo que viveu entre 1752-1840, foi o primeiro a classificar a humanidade com base na sua pesquisa craniometrical (análise de crânios humanos), Blumenbach dividiu a espécie humana em cinco raças:
Raça caucasiana ou raça branca
Raça mongol ou amarela
Raça malaia ou marrom
Raça etíope ou preta
Raça Índio americano ou vermelho.


Note que antes a humanidade não era classificada em brancos, pretos e amarelos.
A raça negra, por exemplo, era classificada por Etíopes. Todo o Continente hoje conhecido como África era chamado nos tempos bíblicos de Etiópia. Contudo esse alemão considerou que a raça caucasiana era a superior e isso levou a uma viciosa filosofia racial e daí surgiu várias perseguições, sabemos que no inicio da história toda a humanidade era da cor negra, mais com o passar dos tempos houve uma mutação de genes. Na Austrália, por exemplo, existem aborígenes pessoas de pele escura com cabelos louros ou até avermelhados.

Ngarrag (Mardayin) ceremony in Arnhem Land (4)



Há entre os negros os albinos que também é mais um fator que contribuí para a mutação dos genes, reconhecido entre a maioria dos geneticistas que através da raça negra podemos obter todos os outros tons epiteliais até mesmo o branco mais não o vice versa. Do negro surge o branco, mas do branco não pode surgir o negro. Abaixo fotos de africanos albinos.

Tanzanian albinos targeted for their body parts



QUANDO E COMO FOI QUE SE DEU INÍCIO A CULTURA E A CIVILIZAÇÃO EUROPÉIA?
Os historiadores e arqueólogos afirmam que a cultura européia foi herdada da África e Ásia através de Creta. Os pesquisadores consideram Creta como o berço da cultura européia. Existem muitos mitos sobre esta ilha, entre eles, é que Zeus a invadiu em forma de um touro branco e abduziu a princesa fenícia negra chamada Europa (Herbert Wendt em seu livro Es began in Babel -Die Entdeckung der völker = Começou na Babilônia = o descobrimento dos povos) diz que os antigos asiáticos consideravam a palavra (Europa) algo escuro, ignorante e misterioso, e portanto Europa era considerada a parte mais obscura da terra.
É importante ressaltar que:
Restos fossilizados atribuídos aos primeiros europeus, descobertos no sítio arqueológico de Atapuerca (norte da Espanha), revelam que estes homens pré-históricos eram canibais que apreciavam a carne de crianças e adolescentes. As primeiras escavações nesse local começaram em 1978, e no correr da década de 1980, foram encontrados inúmeros restos de humanos pequenos, uma descoberta significativa para os arqueólogos envolvidos.
"Sabemos, por exemplo, que eles praticavam o canibalismo", afirma José María Bermúdez de Castro, vice-diretor de Atapuerca. O estudo dos fósseis também revelou que esses homens praticavam a antropofagia para alimentação, e não por ritual, e que comiam seus adversários depois de matá-los em combate. "É o primeiro caso de canibalismo bem documentado da história da humanidade; não quer dizer que seja o mais antigo", explicou Castro. No total, cerca de 7 mil fósseis humanos foram encontrados no local.
Por volta de 2000 a.C um terremoto atingiu a ilha de Creta e destruiu sua capital em Knossos foi aí então que esses filistinos negros migraram de Caphtor (Creta) para a terra de Canaã e se situaram entre a costa ao sul da Palestina. O nome Palestina é herança dos Filisteus que habitavam aquela região. A Bíblia contém cerca de 250 referências aos filisteus ou Filístia, e repetidamente se refere a eles como "não circuncidado", assim como os povos Hamiticos, e os cananeus, que a Bíblia relata encontrou os israelitas após o Êxodo. (1 Samuel 17:26-36 , 2 Samuel 1:20 , Juízes 14:3 ) (Ver, por exemplo, 1 Samuel 17:26-36, 2 Samuel 1:20, Juízes 14:3)
Os filisteus faziam parte da grande confederação naval, os "Povos do Mar", que tinha andado, no início do século 12 a.C, a partir de sua terra natal em Creta e as ilhas do Mar Egeu para as margens do Mediterrâneo e repetidamente atacado o Khemete (Egito) durante a XIX dinastia. Embora eles tenham sido eventualmente repelidos por Ramsés III, habitaram as cidades costeiras em Canaã.
Black Palestinian natives of the Holy land



COMO SURGIU ENTÃO A RAÇA MONGÓLICA (AMARELA)?
Entre os anos 1500 e 2000 a.C houve uma invasão indo-européia no Oriente Médio e essas tribos germânicas se misturaram com os habitantes negros daquela região isto ocorreu por toda a parte, essa mistura fez com que os uma parcela dos povos da Síria, Babilônia, Assíria, Pérsia, Índia e partes da Arábia ficassem com uma tonalidade de pele muito mais clara que o original, Houve também as invasões gregas e romanas e este fator também contribuiu para que as pessoas daquela parte do continente ficassem cada vez mais clara a própria raiz da palavra (árabe) em hebraico é também EREV e Ereb ou Erev significa noite, escuridão. (a palavra Europa tem a mesma conotação)

É correto dizermos que a população de pele branca sempre foi uma minoria, ou seja, 1/3 e que a população negra é o povo original da humanidade (2/3). Isto quer dizer que Shem e Ham juntos compreendem 2/3 da humanidade. É interessante notar que os jafetistas ficaram isolados ou eles propriamente se isolaram da outra parte da civilização e do domínio de Ninrode. Há também uma teoria que diz que por causa disso eles se tornaram brancos, existem muitos casos de indivíduos que se tornaram brancos de acordo com as escrituras. Por exemplo, quando o Criador quis mostrar a Moisés um milagre ele tornou a mão de Moisés branca como neve, depois Ele a tornou como no estado anterior (preta).

No antigo Israel quando alguém tinha uma mancha branca na pele ou cabelo amarelo ou a pele meio avermelhada, todas as pessoas que tinham esse tipo de disfunção na pele tinham que ser isoladas fora do acampamento, e quando eles se aproximavam do acampamento eles tinham de gritar: IMUNDO, IMUNDO para não serem mortos. Isso aconteceu com Miriam, Gehazi, Naamã e muitos outros. Nas escrituras havia também um tipo de lepra que afetava todos os órgãos reprodutivos *genes e cromossomas* que determinavam as características hereditárias do individuo. Isso significa dizer que todos os filhos da pessoa com esse tipo de lepra iriam produzir gerações inteiras com a pele branca, esse era chamado à maldição de Geazi, está escrito em II Reis 5:20-27:
"26 - Eliseu porém, lhe disse: Porventura não foi contigo o meu coração, quando aquele homem voltou do seu carro ao teu encontro? Era isto ocasião para receberes prata e roupa, olivais e vinhas, ovelhas e bois, servos e servas?
27 - Portanto a lepra de Naamã se pegará a ti e à tua descendência para sempre. Então Geazi saiu da presença dele leproso, branco como a neve."
Somente esses pequenos exemplos demonstram que os israelitas nem os povos adjacentes tinham a pele clara. São muito importantes esses relatos bíblicos para não aceitarmos a mentira que a cor negra é a cor do pecado, em nenhum texto bíblico isso ocorre, mas se tornar branco entre os antigos hebreus, significava ter quebrado as leis de Yah e cometido pecados gravíssimos (Kefing Foluke).
Após a dispersão da humanidade na torre de Babel os hamitas migraram na direção do Oriente, sul, sudeste e ocidente. Esses hamitas negros se situaram na terra de Canaã, mais tarde chamada de Israel. A terra de Canaã herdou esse nome do filho mais novo de Ham. Os cananitas foram os primeiros habitantes da terra de Canaã, podemos chamá-los de africanos por causa da relação sanguínea deles com o restante da população do continente africano, ao todo eram onze tribos canaanitas que viviam na terra de Canaã e adjacências antes dos hebreus possuírem a terra. A língua hebraica tem a sua origem entre os cananitas. Quando Abraão veio da região da Babilônia para a terra de Canaã, ele achou a língua dos cananitas similar com a sua própria que era aramaico. Abraão se comunicava muito bem com os habitantes de Canaã, ele adotou a linguagem, fez algumas modificações e esta se tornou conhecido como o hebraico, segundo o dicionário da bíblia a linguagem hebraica é muito similar com a dos canaanitas. A língua fenícia ou cananita podem ser classificadas como línguas africanas, os canaanitas eram irmãos sanguíneos dos egípcios, etíopes, sudaneses núbios e outros africanos. Os fenícios estabeleceram uma colônia no norte da África chamada Cartago e eles os cartagineses consideravam a si mesmos como cananitas.

Ruínas de Cartago

Já com relação aos jafetistas eles se moveram cada vez mais para o Norte, Nordeste das montanhas do Cáucaso para a Europa e lá eles permaneceram isolados por um bom tempo da outra parte da civilização. Nos tempos bíblicos antigo quase nada ouvimos falar sobre eles apenas quatro vezes as escrituras mencionam alguma coisa sobre os descendentes de Jafé no chamado "Antigo Testamento". Lemos em profecias apenas quatro vezes a menção da Grécia (representação dos europeus?) no Antigo Testamento. Por isso não há referências a personagens brancas no chamado Antigo Testamento e é um disparate quando estudiosos negros e brancos realizam pseudos-estudos procurando negros na Bíblia. Os negros são os personagens bíblicos e a Bíblia é uma coleção de livros africanos, escrito em uma língua africana sobre a história dos hebreu-israelitas, um povo negro (Kefing Foluke).


Verdadeiros Hebreus, imagens esculpidas em rochas.

Quando Moisés liderou os israelitas na saída do Egito (Nordeste da África), e morreu no deserto, Josué deu prosseguimento e liderou os liderou até a terra de Canaã e desapossou os cananitas que lá estavam, está escrito no talmude que por volta de 322 a.C. quando Alexandre da Macedônia conquistou a Palestina esses cananitas africanos vieram implorar diante de Alexandre e fizeram queixas contra os hebreus pedindo a Alexandre que retomasse as terras dos israelitas, pois diziam: "Canaã pertence a nós", O ponto que quero elucidar é que esses cananitas se consideram eles próprios como sendo africanos, conseqüentemente podemos afirmar corretamente que a linguagem hebraica-cananita é uma das línguas africanas.


CONTINUA EM 16/12/2009

PRETAS POESIAS

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