sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

COMEMORAÇÃO DA KWANZAA

Por Vanessa Passos. Membro do CNNC/BA - Conselho Nacional de Negras e Negros Cristãos/BA, membro do Grupo Agar -Grupo de Mulheres Pretas Cristãs e membro da COPATZION . Pseudônimo: Aidan Foluke. E-mail: vanessasoares13@hotmail.com

A nossa festa da Kwanza foi maravilhosa, com a presença de toda a família Foluke, do CNNC/BA (Conselho Nacional de Negras e Negros Cristãos da Bahia) e membros da COPATZION (Comunidade Panafricanista de Tzion).

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O trabalho para a organização da Kwanzaa foi prazeroso e o irmão Thembi foi as compras das frutas e de outros materias necessários com Aidan, Aswad, Ambolike e Manana. O irmão Thembi foi um dos principais organizadores da celebração, e agradecemos também a irmã Makini e a irmã Kalil e todas e todos que ajudaram a organizar o evento.

Estiveram presentes mais de 50 irmãs e irmãos pretos, entre os convidados o professor de história Jaldemir, o estudante de psicologia Elder Varjão da UFBA, o militante preto Djalma, o sociólogo Valdir Estrela que acompanha todos os eventos do CNNC/BA, a irmã Maura Cristina, a irmã Verônica entre outros.
O nosso especial agradecimento a irmã Jussara do Aspiral do Reggae que conseguiu o espaço do CDCN e sempre nos atende com uma maneira especial e carinhosa. Agradecemos a presença das famílias dos irmãos Beto, do irmão Alexandre da irmã Tereza, do teólogo Osvaldo, da irmã Rose e suas maravilhosas filhas. A presença das crianças nos trouxe alegria e alegria, sem crianças não há esperança e continuidade na luta do nosso povo.
Foram momentos de intensa confraternização onde podemos dançar, cantar, trocar experiências e renovar os votos de um ano de 2009 de continuidade da luta e amor ao nosso povo. O Pastor da COPTAZION Fredson Oliveira esteve presente e nos trouxe uma palavra inspirada de continuidade da luta como o povo escolhido de Yeshua, e sobre as mentiras das comemorações do Natal com o Papai Noel Branco e o grande consumismo dessa festa.
Não podemos esquecer a Irmã Bete e os Irmãos Dal, Beto e Alexandre pelo bolo com o mapa da África muito criativo, belo e gostoso. A todas e todos que participaram da Kwanzaa os agradecimentos da Família Fuloke, do CNNC/BA e da COPATZION.

Vejas as outras fotos da Kwanzaa no orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=10464817996003069858&aid=1230277801

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

KWANZAA E OS SETE PRINCÍPIOS: REPARANDO E RENOVANDO O MUNDO.


Por: Ulisses Passos. Acadêmico de Direito, PanAfricanista, Presidente do CNNC/BA e membro da COPATZION. Pseudônimo: Aswad Simba Foluke. E-mail: ulisses_soares@hotmail.com

A princípio, a Kwanza era uma festa comemorada no continente africano na tradição dos povos pretos de reservar determinada época para festejar a fartura da agricultura, e juntos cantar, dançar, comer, beber e comemorar a colheita das primeiras frutas e vegetais. Traziam os primeiros frutos da terra, destes faziam iguarias, e celebravam uma festa.

Baseada no Kinara, que são os setes princípios, a Kwanzaa reúne durante sete dias milhões de descendentes de africanos, celebrando um só povo, uma só luta, um só destino. Cantando e festejando, não mais a colheita, e sim, a sua africanidade e sua união como povo preto. Clique aqui e conheça mais detalhes sobre a Kwanzaa.

Concentremo-nos na temática do ano de 2008, celebrada por milhões de pretos e pretas ao redor do planeta: REPARANDO E RENOVANDO O MUNDO.

Hoje, milhões de pessoas pretas no mundo estão quase que integralmente distantes da africanidade, elas estão integradas e bem estruturadas no modelo de vida branco, ditado pelos costumes do povo branco-europeu ou de seus descendentes. O modelo de igualdade adquiriu sentido viciado, corrompido, em que a igualdade consiste tão somente na total integração e submissão a esse modelo branco predominante.


A escravidão, a invasão do continente-mãe e neo-colonização, transformaram para sempre a história dos africanos e de seus filhos seqüestrados, introduziram em ambos o caos de identidade, o caos espiritual e a aceitação ao modelo racista, machista, escravista, que enraizaram dentro de nós parte dos nossos opressores. Esses fatores demonstram a urgência da necessidade do povo preto no mundo de liberta-se das algemas da escravidão mental, libertar-se do modelo branco imposto e intrínseco nas nossas vidas e buscar outro modelo que nos atenda verdadeiramente e que seja nosso. Mas qual modelo será este? A africanidade é nossa resposta.

A Kwanzaa vem trazer por mensagem uma proposta de reestruturação da africanidade e mais do que isso, motivar a união das pessoas pretas no mundo a celebrá-la. Celebrar faz parte da essência do povo original, unirmo-nos com nossos iguais para celebrar aquilo que nos une é expressar nossa felicidade. E celebra a africanidade é exaltar nossa essência, nossa origem, o que realmente nos une enquanto povo.

A temática desse ano visa apresentar a nós descendentes de africanos a necessidade urgente de reparar e renovar nosso mundo. Não se refere a reparar o sistema criado pelos brancos: os erros causados pelo sistema opressor capitalista e suas desigualdades, ou renovar o planeta com ideais ambientais, igualitários étnicos ou pacíficos.

Para entender o que é de fato Reparar e Renovar o mundo devemos nos ater aos fundamentos da celebração da Kwanzaa: Família Preta, Comunidade Preta e a Cultura Africana. Essa transformação, palavra que pode englobar reparar e renovar, refere-se aos ideais da nossa vida, hoje antagônicos e distantes da nossa história, e como deve ser nossa relação diante dos demais descendentes de africanos e o nosso opressor. A festa da Kwanzaa é uma festa de africanos e seus descendentes para nós mesmos, com nosso próprio mundo, nossas necessidades, nossos desejos, nossa africanidade.

Renovar é um aspecto que depende unicamente de nós mesmos, e este ano a celebração da Kwanzaa vem trazer para nós esse significado. Nos dizeres de Marcus Garvey acerca de nós mesmos:

“Pelos últimos quatrocentos anos, o negro tem estado na posição de ser comandado, da mesma maneira que os animais irracionais são controlados. Nossa raça tem estado sem uma vontade, sem propósito próprio, durante todo esse tempo. Por causa disso, nós desenvolvemos poucos homens capazes de entender o ardor da era que vivemos. Onde podemos encontrar nesta nossa raça homens verdadeiros? Homens de caráter, homens com determinação, homens confiantes, homens de fé, homens que realmente conhecem a si mesmos? Eu tenho me deparado com tantos fracos que se consideram líderes e que, ao examinar, descobri que eles não são nada além de escravos de uma classe mais nobre. Eles executam a vontade de seus senhores, sem questionar.”

A festa da Kwanzaa é uma manifestação panafricanista. Reparando o mundo é uma mensagem de reconstrução da nossa identidade que fora mitigada durante esses 400 anos. A temática vem nos fazer refletir que a nossa por integração nesse sistema branco, a luta por políticas públicas, por ações integralistas e políticas afirmativas, nos fez esquecer que somos comunidade africana, somos estrangeiros nesse continente e não devemos cobrar de um Estado que não fora construído para o homem e mulher preta, um Estado racista e escravista historicamente, um Estado que apóia o extermínio da Juventude Preta e nada efetivamente faz contra isso, não podemos entregar a ele as resoluções das nossas questões, porque esse Estado nunca nos dará o que precisamos, seremos sempre escravos, servos e animais irracionais.

Renovar a nossa família é instituir o modelo de família Preta, unicamente Preta, na nossa sociedade, nos dizeres de Thembi Sekou Okwui:

“A reconstrução da nação preta, do povo preto, começa com a unificação sentimental. O renascimento africano está condicionado ao renascimento da família preta. A nossa reconstrução familiar é a base fundamental para fazer surgir uma nova raça, um novo povo.”

Reparando dentro desse modelo de família preta, as ações dos opressores em nossas mentes, dizimando aquilo que impede nossa comunidade de construir uma verdadeira família preta: machismo, a violência contra a mulher preta, as drogas, o feminismo branco-europeu adotado por milhares de militantes negras que preferem construir o mundo baseado no gênero feminino, a construí-lo em família preta, o aborto maior tentativa de genocídio declarado do nosso povo. Para Renovar e Reparar nosso mundo, o núcleo familiar preto deve ser instituído na nossa reconstrução de sociedade africana.

Os sete dias de celebração da Kwanzaa serão de fundamental importância para essa nossa transformação. Celebrar a Kwanzaa é celebrar nossa africanidade e nenhumas dessas práticas são africanas. São em verdade, praticas demoníacas construídas pelo homem e mulher branca para destruir nosso continente-mãe e seus filhos.

Por fim, vamos todos celebrar a Kwanzaa juntamente com milhões de Pretos e Pretas ao redor do mundo, festejar nossa africanidade, e praticar a temática a partir de hoje: REPARANDO E RENOVANDO O NOSSO MUNDO.

O CNNC irá celebrar a sua segunda Kwanzaa este ano no dia 25 de dezembro às 16:h com a participação da COPATZION e caso você se enquadre nesses princípios e fundamentos, e queria de fato celebrar a africanidade conosco, entre em contato através do e-mail cristaosnegros@yahoo.com.br

A Kwanzaa Celebration '08


sábado, 6 de dezembro de 2008

O PRIMEIRO CONCURSO DE BELEZA NEGRA DA HISTÓRIA

Por Walter Passos. Teólogo, Historiador, Pan-africanista, Afrocentrado e Presidente CNNC – Conselho Nacional de Negras e Negros Cristãos. Pseudônimo: Kefing Foluke. E-mail: walterpassos@gmail.com

É fundamental nos estudos afrocêntricos compreender o continente africano e asiático como uma continuidade geográfica (de fato, até a construção do moderno Canal de Suez, em 1869) é indispensável para reafirmação da verdadeira história e dinâmicas sociais. Afirmar também que toda essa extensão geográfica constituía a dinâmica de populações preta: suas civilizações, relações comerciais, religiões, conflitos, e principalmente o reflexo do modo africano de viver em sociedade.
Esse artigo versará regiões e pessoas de origem africana, incontestavelmente pessoas pretas, que formaram incríveis civilizações por acinte omitidas pela história eurocêntrica, embranquecida.
O fato histórico a ser descrito ocorreu entre 485 a 465 a.C (antes do nascimento de Yeshua, o Messias) e têm encontrado no Livro de Esther alguns de seus principais personagens:
1-E sucedeu nos dias de Assuero, o Assuero que reinou desde a Índia até Etiópia, sobre cento e vinte e sete províncias,
2- Que, assentando-se o rei Assuero no trono do seu reino, que estava na fortaleza de Susã.
Xerxes I (خشایارشا) foi um rei persa (reinou de 485 a 465 a.C), da dinastia aquemênida. "Xerxes" é tentativa na língua grega de soletrar o nome persa Khshayarsha. Na Bíblia Xerxes I é conhecido como Assuero.

Xerxes I (Assuero) e Rodrigo Santoro No filme “300”, mais uma vez o cinema nega a negritude das personagens.


5- Havia então um homem judeu na fortaleza de Susã, cujo nome era Mardoqueu, filho de Jair, filho de Simei, filho de Quis, homem benjamita,
6- Que fora transportado de Jerusalém, com os cativos que foram levados com Jeconias, rei de Judá, o qual transportara Nabucodonosor, rei de babilônia.
7- Este criara a Hadassa (que é Ester, filha de seu tio), porque não tinha pai nem mãe; e era jovem bela de presença e formosa; e, morrendo seu pai e sua mãe, Mardoqueu a tomara por sua filha.

Então, temos duas personagens principais: Assuero e Hadassa, duas personagens negras atuando em uma cidade negra chamada Susã.
Antes de entrarmos no concurso de beleza negra iremos falar sobre as principais civilizações inseridas neste contexto histórico:

Os Elamitas

Gênesis 10:21-22 - A Sem, que foi o pai de todos os filhos de Eber e irmão mais velho de Jafé, a ele também nasceram filhos. Os filhos de Sem foram: Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arão.
Elão foi uma das mais antigas civilizações da Terra e teve como berço as antigas civilizações de Khemt (Egito) e de Cush, da mesma forma que os sumérios tiveram.

A civilização de Elão estava situada ao norte do Golfo Pérsico e do Rio Tigre, a leste da antiga Babilônia, onde hoje é o sudoeste do Irã e Iraque. Foram conhecidos como um povo belicoso que ameaçava a toda poderosa Babilônia. A civilização contou com um grande desenvolvimento em todas as áreas do conhecimento, tanto literário e quanto arquitetônico e escultural, produzindo ao mesmo tempo diversos utensílios de metais preciosos e muitos templos religiosos.
Os Elamitas se originaram no Vale do Nilo e fizeram parte das migrações africanas das pessoas dessa área, cerca de 8000 a.C a 5000 a.C. O estabelecimento do reino de Elão localizou-se onde os habitantes eram em sua maioria puramente pretos (nos termos antropológicos Negroide-Astraloid), da mesma escala das pessoas pretas que habitam o Sri-Lanka e o sul da Índia. Alguns dizem serem os Elamitas cushitas puro-sangue.

Herodotus e outros escritores gregos da casa de Memnon os descreviam como pessoas advindas da Etiópia (África), a terra dos pretos.
São descritos também como pessoas baixas e robustas de epiderme marrom, cabelos e olhos crespos e pretos, que habitaram uma considerável parte do continente asiático em tempos antigos, como se pode observar nas imagens por eles desenhadas.A capital do Reinado foi a cidade de Susã. Por este motivo também são conhecidos como Susianos. Algumas outras cidades também merecem destaque como Awan, Simash, Madaktu e Dur-Untash.
Cidade de Susã, capital do Império Elamita
Além da guerra, o comércio foi o centro das relações dos Elamitas, que comercializavam com todo o continente africano. Suas embarcações atravessavam o Tigre e o Eufrates e também o sudoeste africano, indo pelo Mar Vermelho.
Depois na história entrem 750 d.C a 450 d.C os Assírios invadiram militarmente os Elamitas e o dominaram saqueando quase completamente a região da Babilônia.

Observem o detalhe do cabelo crespo, a barba e o nariz tipicamente com traços Cushitas, africanos.

OS HEBREUS
Não há duvidas sobre a negritude dos verdadeiros hebreus, apesar de hoje habitarem a terra prometida, pessoas caucasianas que não são os verdadeiros descendentes de Abrão, Isaque e Jacó. São os Askenazis convertidos a tradição dos hebreus, e em breve faremos um artigo especial sobre esse fato.
A arqueologia, o Primeiro Testamento e os hebreus pretos espalhados no continente africano e americano nos dão as provas consistentes da aparência de Hadassa, a mulher preta que venceu o primeiro concurso de Beleza negra realizado na cidade Susã.
Os relatos sobre a vida de Moisés no Primeiro Testamento atestam a sua negritude.
Obeliscos encontrados em escavações, que atualmente estão no Museu britânico:

Hebreus no cativeiro - Olhem os detalhes são pessoas pretas

O CONCURSO DE BELEZA NEGRA
2-Então disseram os servos do rei, que lhe serviam: Busquem-se para o rei moças virgens e formosas.
3- E ponha o rei oficiais em todas as províncias do seu reino, que ajuntem a todas as moças virgens e formosas, na fortaleza de Susã, na casa das mulheres, aos cuidados de Hegai, camareiro do rei, guarda das mulheres, e dêem-se-lhes os seus enfeites.
4- E a moça que parecer bem aos olhos do rei, reine em lugar de Vasti. E isto pareceu bem aos olhos do rei, e ele assim fez.
O Império Persa possuía regiões que iam da Etiópia até a Índia, e de lá vieram dezenas de mulheres pretas, sendo escolhidas as mais belas e formosas, objetivando de se escolher a esposa do rei Assuero (Xerxes I). A beleza da mulher negra sempre foi ressaltada e louvada nos escritos da antiguidade, inclusive o preto Salomão, foi um admirador e apaixonado pelas mulheres originais - as mais belas do planeta. O seu amor pela Rainha Makeda ou Balkis do reino de Sabá, tornou-se a mais conhecida das histórias de amor da literatura mundial.
16- Assim foi levada Ester ao rei Assuero, à sua casa real, no décimo mês, que é o mês de tebete, no sétimo ano do seu reinado.
17- E o rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e alcançou perante ele graça e benevolência mais do que todas as virgens; e pôs a coroa real na sua cabeça, e a fez rainha em lugar de Vasti.
18- Então o rei deu um grande banquete a todos os seus príncipes e aos seus servos; era o banquete de Ester; e deu alívio às províncias, e fez presentes segundo a generosidade do rei.

Entre dezenas de lindas jovens de diversas nações pretas, Hadassa (Ester) foi considerada a mais bela entre as belas e teve posteriormente um papel fundamental na preservação do seu povo, evitando que o mesmo fosse exterminado. Em outro artigo escreveremos da Negra Hadassa, amor ao seu povo e Purim.

The Elam Empire - Ancient history

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

CULTO DE INAUGURAÇÃO DA COPATZION



Por: Ulisses Passos. Acadêmico de Direito, Pan-Africanista e Presidente do CNNC/BA e membro da COPATZION. Pseudônimo: Aswad Simba Foluke. E-mail: ulisses_soares@hotmail.com



Ontem, dia 30 de novembro a Comunidade Pan-Africanista de Tzion, realizou o seu culto inaugural. O povo preto uniu-se para louvar e festejar Yavé. Yeshua, o Africano, esteve presente em nossos corações.

Foi uma manhã de confraternização dos cristãos pretos que livremente cantaram, dançaram e louvaram a Yeshua, o Messias, e renovaram os seus votos ao crescimento da Igreja Preta, a divulgação da Teologia Preta, a propagação do Cristianismo de Matriz Africana, ao compromisso da real liberdade do povo preto, as missões de libertação e inserção cada vez maior de combate ao racismo na sociedade e nas igrejas evangélicas.
Contamos com a ilustre presença do Pastor Batista Allan Callahan (USA), que nos trouxe uma inspirada mensagem sobre Yeshua e seu amor a humanidade. Tivemos momentos de louvor e adoração, canções de Bob Marley (One Love e Redemption Song), orações e declamação de poesias de Agostinho Neto e Marcus Garvey, leia:

O Louvor Africano de Batalha
(Marcus Garvey)
O sol africano está brilhando acima do horizonte,
O dia está surgindo para nós, homens e mulheres pretas ao redor do mundo;
Nosso Deus está na linha da frente, e conduz o Batalhão Santo,
Avante, faça suas bandeiras brilharem, irmãos de nobres ações.

Há uma bandeira que nós amamos verdadeiramente -
O vermelho, o preto e verde,
Maior emblema que pode ser declarado,
A mais brilhante já vista.

Quando o mal for rompido, a terra vai tremer,
Nem oceanos, mares, nem lagos estarão a salvo,
O nosso sofrimento foi muito longo, nosso choro subiu até o trono de Deus;
Temos contados diversos erros, e apelamos por uma mudança efetiva.

Então, Senhor, deixe-nos ir para a batalha, com a Cruz na frente;
Vamos ver nossos inimigos sucumbirem, ver suas fileiras se dividir
Porque com Deus não há qualquer obstáculo que não possa ser ultrapassado,
Nem vitória que não possa ser alcançada.

Todos os filhos de Deus, seja na angústia ou nos castigos,
Não importa onde, com misericórdia, seu amor está lá;
Então dei-nos coragem para alegres cantar louvores ao Rei, O Salvador, Cristo, o Senhor.

OH, África, vitória! Veja, o inimigo vai cair!
Cristo levar-nos a vestir a coroa triunfante;
Jesus, lembramos com carinho o sacrifício da cruz,
Então levantamos as nossas bandeiras para nunca mais sofrer.


A ordenação do Pastor Fredson Oliveira e sua inspirada pregação foi sobre o Amor de Yeshua para o povo preto, o povo escolhido de Yavé.

Agradecemos a presença dos representantes da ANEC (Associação de Negros Evangélicos de Camaçari), do Pastor Callahan e dos membros do CNNC/BA. Agradecemos também a apoio dos irmãos pretos Paulo Rogério e Geilson da Mídia Étnica.
Veja algumas fotos do Culto inaugural da Igreja Preta:


Leitura das Sagradas Escrituras Africanas
Irma Kinda, irmã Makini, irmã Aidan,Pastor Fredson, irmã Bete e Sista Dina.

Pastor Fredson, esposa Jaqueline e filha Fernandinha

Dança do Povo Preto


O Povo Preto é só Alegria!


Deixai vir a mim as criancinhas- Palavras de Yeshua, o Africano.



Ras Roberto e Ras Sidnei , tocadores dos instrumentos sagrados, nos agraciaram com o Toque do Coração em louvor a Yeshua. Irmã Manana, Irmão Thembi, irmã Makeda e seu esposo Ednor.



Irmã Aidan, irmã Elenita e irmã Manana

Parabenizo a iniciativa dos irmãos, pois acredito, que estamos caminhado par esse momento, em que em nossas igrejas negras, terão uma participação na pregação autentica do verdadeiro Evangelho do Cristo, que como os irmãos acredito ser preto tembém. Infelizmente não poderei estar com os irmãos nessa ação afirmativa, mas creio que terei a oportunidade de participar de uma celebração com os irmãos em breve.
Continuem precisaremos da experiências de vocês para enchermos o Brasil de igrejas pretas dirigidas por pretos.
João Preto/PASTOR

Veja mais fotos da COPATZION no Orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#AlbumList.aspx?uid=10464817996003069858

PRETAS POESIAS

PRETAS POESIAS
Poemas de amor ao povo preto: https://www.facebook.com/PretasPoesias